Os médicos desligam os aparelhos após pais do bebê Charlie Gard concordar em deixá-lo morrer, mundo cai em lágrimas

Os pais da criança, Chris Gard e Connie Yates choram no tribunal ao decidir não levar filho para os Estados Unidos.

A triste batalha judicial que os pais do menino Charlie Gard de 11 meses teve que enfrentar em Londres para que a vida do filho fosse mantida, levou o casal a um grande desgaste emocional.

Desistir de um filho não é fácil, talvez esses pais estejam vivendo o pior momento de suas vidas, ter de abri mão da vida do próprio filho, após tanta luta.

Eles não conseguiram mais levar adiante o que foi uma verdadeira guerra e anunciaram na Alta Corte de Londres a desistência.

Tudo o que esses pais não precisam nesse momento de tamanha dor é julgamento público.

Desde o mês de março desse ano, o casal trava uma luta incessante para obter autorização de levar o pequeno Charlie para ser submetido a tratamento, que está em fase experimental nos Estados Unidos.

O bebê sofre de uma doença raríssima e o tratamento ainda não pode oferecer segurança nos resultados, sendo que os efeitos colaterais poderiam ser irreversíveis.

A doença é agressiva e considerada sem cura.

O bebê segue internado ligado a aparelhos, sem condições de restabelecimento, por isso o hospital sugere o desligamento dos aparelhos.

A doença provoca progressivamente desordem no organismo, levando a criança a ter enfraquecimento muscular agressivo.

Essa patologia está no DNA do bebê, chama-se síndrome de depleção DNA.

 

 


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