Bebê morreu após médica recusar prestar socorro

Vemos nas Imagens médica indo embora; mãe grávida, conta tudo nos detalhes esse absurdo que terminou com morte do bebê de 1 ano e meio.

Infelizmente a outra ambulância só chegou horas depois do óbito da criança.

Unimed-Rio vai descredenciar e ingressar com ação indenizatória contra o a empresa Cuidar.

O caso foi mostrado no Bom Dia Rio, o bebê foi a óbito depois de uma média ter se negado a prestar o socorro na manha do dia 7 de junho.

A segunda ambulância chegou duas horas depois quando a criança já havia morrido. Breno Rodrigues Duarte da Silva sofria de uma doença neurológica. A criança estava com fortes dores no estomago.

“E a internação foi solicitada a Unimed. A Unimed mandou a ambulância para gente, a gente solicitou às 8h20 da manhã.

Quando foi às 9h10 ambulância chegou ao condomínio, só que ambulância chegou no nosso condomínio e nós não sabemos o porquê a médica da ambulância, plantonista que foi para levar o meu filho para a internação não atendeu”,

Relata sua mão a empresa Rhuana Lopes Rodrigues. Imagens de um circuito interno mostram a média dentro da ambulância, rasgando papeis e gesticulando bastante depois abandona o local as 10h13.

“O porteiro me avisou novamente o que tinha acontecido, eu liguei novamente para o home care.

O home care de pronto entrou em contato com a Unimed, dizendo que solicitaria uma outra ambulância. Só que isso era às 9h10 da manhã.

Quando foi às 10h26 da manhã o meu filho faleceu em casa. E eu ligando de 10 em 10 minutos perguntando cadê ambulância.

E a outra ambulância só chegou duas depois, às 11h quando meu filho já havia falecido”, disse a mãe.

Os pais prestaram queira na  42ª DP (Recreio dos Bandeirantes).

“Eu tive uma hora e meia entre a chegada dela e o óbito do meu filho.

Dentro dessa uma hora e meia, eu teria chegado no hospital, ele teria sido socorrido, ele teria feito os procedimentos que deveriam ser feitos e provavelmente estaria vivo agora”, disse Rhuana.
Rhuana ligou de novo para o plano de saúde e ouviu uma resposta: “ Que iriam investigar, que não sabiam, que não era esse O procedimento, e que seria aberta uma sindicância na Unimed para apurar os fatos”.

Rhuana está grávida do segundo filho, mas para ela e o marido, a família continuará incompleta.

“O sentimento é de tristeza porque a gente lutou muito pelo nosso filho que é especial. Ficou um ano e meio lutando para ele ficar junto com a gente, E a gente vê o descaso de uma profissional que deveria ter atendido na hora e a gente perdeu nosso filho”,

disse o empresário Felipe Antônio Duarte da Silva, pai de Breno.

A Unimed-Rio lamentou a morte do bebê.

A cooperativa disse que vai tomar as providências para descredenciar imediatamente o prestador de serviço Cuidar e vai entrar na Justiça contra a empresa por causa da recusa de atendimento.


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